A Operação Reduto, deflagrada pela Polícia Federal com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO), teve como um dos presos o secretário-geral da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO), Rogério Gago, conhecido como "Tigrão".
De acordo com informações obtidas pela reportagem, Rogério Gago foi preso em sua residência, em Porto Velho, durante o cumprimento dos mandados autorizados pelo Tribunal de Justiça de Rondônia.
Nos bastidores da Assembleia Legislativa, Rogério Gago, o "Tigrão", era apontado como um dos homens de maior influência na estrutura administrativa do Parlamento Estadual.
Secretário-geral da Casa, ele era considerado uma espécie de "coringa" do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Alex Redano (Republicanos), atuando diretamente em assuntos administrativos e estratégicos do Poder Legislativo, mas além de Tigrão, ele tem outros nomes de confiança que mandam com mãos de ferro no Poder Legislativo.
Pela posição que ocupava, era frequentemente citado nos corredores da Assembleia como um dos servidores com maior poder de decisão e caneta dentro da estrutura administrativa da Casa.
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